Umas ideias ... para uma revolução.


O menos mau dos governos é aquele que se mostra menos, que se sente menos e que se paga menos caro, Alfred de Vigny 

Alguns, poucos, sem razão nenhuma, depois de lerem os artigos que escrevo, contactam-me ou deixam mensagens com as velhas frases "pois queria ver o que farias no mesmo lugar", "só sabes dizer mal" e "só queres o mal da Madeira".

Quem diz isto, confunde criticar com “dizer mal”, coisas distintas. Já apoiei coisas boas feitas na Madeira, mas existem infelizmente muito mais asneiras realizadas pelo GR. Não quero "o mal da Madeira". Quero é o seu bem e para isso, a minha única alternativa para termos governantes capazes, proactivos, trabalhadores, poupados, que façam por merecer o povo que têm, é escrever criticando o GR e os que lá estão, apontando as suas imensas falhas e mentiras. E as soluções estão lá, quando critico as falhas. Tudo para que outros não façam o mesmo. 

O povo é demasiadas vezes enganado pelo actual regime, por um GR que mente apoiado por deputados incapazes, ignorantes, ineficientes, sem mérito, que têm como único (des)mérito ter um cartão. Porque quero melhor governo, melhor Madeira, critico este regime e este GR. Porque uma revolução de ideias, de actuações, de pensamentos, de realizações é necessária na nossa Madeira. Novos actores, mais eficazes, mais produtivos, mais conscienciosos, mais verdadeiros, mais transparentes são necessários no governo da Madeira

[atenção aos jotitas do PS-M, os "rose boys", que já mostraram ao que vêm: "jobs". Têm os tiques e toques dos "orange boys". Nada fizeram para merecer algo, não demonstraram mérito nenhum a não serem "filhos de algo", amigos "de algo",  mas já sabem que querem trabalho fácil, TAMBÉM não têm vergonha nenhuma]

E chego ao “pois, queria ver o que tu farias no mesmo lugar”. Vou assumir o desafio.

Governar a Madeira não seria difícil. Sobretudo com as suas gentes. Era aqui que se começaria a fazer diferença. Ter o povo como aliado, não como o acessório para manter o poder.  Perceber que o governo é do povo, para o povo e pelo povo. E para ter o povo "com" o governo, devia fazer-se diferente, pensar diferente. Enviar sinais, que o povo compreendesse. Rápidos. Imediatos. De envolver o povo na tomada de decisão do governo.

Um governo coeso, pequeno, flexível, capaz, poupado, proactivo à dimensão da nossa ilha, com a ausência daqueles que directa ou indirectamente nos últimos anos estiveram ligados ao regime actual ( em funções governativas, na administração publica e/ou privada ) seria um sinal. Pessoas com low profile e profissionais. Um RESET de pessoas e ideias, que o povo compreenderia. Porque como diz e bem Lincoln, "ninguém é suficientemente competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento".

A politica não deve ser a arte de dominar, mas sim a arte de fazer justiça, Aristóteles

E isto seria apenas um começo de uma revolução no governo da Ilha. AJJ quer uma nova república ? Exige-se uma nova Região Autónoma da Madeira, Que começaria na constituição do GR. Por exemplo, como este.

Presidência (que coordena de facto)

Responsável também pelas áreas: imagem e comunicação, diáspora e assuntos externos, cultura, investigação e novas tecnologias, orçamento e plano, recursos humanos, assuntos jurídicos, concursos e projectos, proteção civil.

Secretaria regional de finanças e economia

dividida em 3 áreas: turismo, finanças e economia

Secretaria regional da saúde e social

dividida em 4 áreas: saúde, segurança social, hospitalar e desemprego

Secretaria regional das infraestruturas

dividida em 3 áreas: estradas, equipamentos e poder local

Secretaria regional dos recursos naturais 

dividida 3 áreas: agricultura, mar e ambiente

Secretaria regional da educação

dividida em 3 áreas: ensino básico, secundário e universidade

(Todas as secretarias regionais deixariam o Funchal,  sendo descentralizadas e colocadas nos concelhos interiores da ilha, mais despovoados e economicamente mais frágeis. Afinal, "small is beautifull".)

Este seria um GR diferente, onde nenhum dos actuais detentores destas pastas caberia, porque planear, orçamentar, gerir nunca foi com eles. Sobretudo, porque não estão lá por mérito deles, mas pelo desmérito de MA. É que este é um falhado. Como empresário, como presidente do psd-M ( só traindo e enganando conseguiu ) e como presidente do GR (enganando, pressionando, comprando).

Não se exije uma nova república, mas uma revolução de pensamentos e actuações na Madeira. Uma nova Madeira, para uma Região diferente. Vassourada .... exige-se. Regras são necessárias. Saber estar e sobretudo melhor bem estar. 

Milton Friedman - Roots Of The Welfare State


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