A UE vai caçar a Madeira


Na passada sexta-feira, houve rodopio histérico no Governo Regional e, por todas as formas, a Vice-Presidência tentou que a avaliação da UE sobre o CINM fosse confidencial.

Desta feita, por entidade não susceptível de se lançar "terra" com perfis falsos, a denegrir com fakes e má língua, existe uma avaliação muito negativa sobre o CINM e, de acordo com aquilo que suspeitávamos, por alertas de várias pessoas ao longo dos tempos.

Evitem embarcar com aqueles que usam a Madeira e os madeirenses para justificar uma frente comum contra os agressores, esses que usam a Opinião Pública para arranjar "tropas" baratas para esconder os seus erros. Este modelo de CINM foi construído pela Madeira e seus políticos, a gestão é em parceria público privada com a maioria para o privado (logo as receitas também) e todos os elementos escolhidos e a gestão realizada foi à luz do que a Madeira ... em muitos pormenores com preciosismos pessoais.

O problema sempre residiu na forma como é usado o CINM por alguns para enriquecerem sem deixar nada em troca, para abono de contas bancárias, "lavagens" e de construções a custo zero por fuga aos impostos. Alguns de nós, cientes de que poderia ser um óptimo veículo para que os madeirenses paguem menos impostos, acabam por ver que é sede do estratagema de alguns fugirem aos impostos. Assim, o madeirense paga de novo e não vai ver os rendimentos devolvidos, nem em sede de IRS nem pelo que aufere. Muitos dos que alertam passam por inimigos da Madeira quando apenas queremos justiça e a isonomia (as mesmas regras e em condições de igualdade para todos). Enriquecer e ser bem sucedido na trapaça da informação privilegiada e da fuga por quadro manipulado, com o poder nas mãos, revolve entranhas.

Alerto que está para breve a possibilidade de comentários anónimos sobre o CINM num site da UE, é curioso. Num momento em que meio mundo disputa o Rui Pinto para trabalhar em prol de Estados para descobrir fugas de impostos, Portugal cria um vilão por clubite e porque os poderosos mandam na Justiça. É curioso porque está cada vez mais presente a fórmula do anonimato para que as instituições absorvam dicas, confiram a veracidade e actuem sob novas perspectivas de dolo. A UE vai nos dar a possibilidade de relatar o que sabemos ou desconfiamos para eles averiguarem. Não é mais do que as instituições a saírem dos gabinetes para atalhar com rigor e condenar quem prevarica.

A população deve aderir e acabar com a perspectiva de Zíngaros do Atlântico, a de ver como se saca aos contribuintes europeus, e estar integrado e respeitoso com concidadão na mesma condição. Também lhes custa e também fazem sacrifícios. Como encararia um colete amarelo em Paris ao saber o que se passa na Madeira?

O Madeirense deve "regularizar" a sua terra, caso contrário será pobre e escravizado a ouvir que é superior ... enquanto empobrece. Não há ninguém contra o CINM, só queremos que seja veículo de desenvolvimento (investimento sério), emprego e arrecadação de receitas. Não um instrumento de fuga aos impostos dos DDT's locais e estrangeiros.

A seguir, porque o CINM vai deixar pontas, surgirá a averiguação dos abusos exercidos com os dinheiros comunitários na região. O problema é que a "qualidade" dos abusos tem vindo a degradar-se por se acharem impunes e porque a casta da Renovação é incompetente, ou seja, até a prevaricar são péssimos. Uma nova era vai surgir, agarrem-se porque até a barraca abana, vai ser um F5.
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